{"id":198,"date":"2007-10-26T16:00:52","date_gmt":"2007-10-26T16:00:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cenedcursos.com.br\/?p=198"},"modified":"2007-10-26T16:00:52","modified_gmt":"2007-10-26T16:00:52","slug":"gestao-residuos-hospitalares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/gestao-residuos-hospitalares\/","title":{"rendered":"Gest\u00e3o dos res\u00edduos hospitalares em Angola"},"content":{"rendered":"<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-right: 0.2pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Os res\u00edduos hospitalares, (Lei n\u00ba 21-A\/92, Lei de Bases do Sistema de Nacional de Sa\u00fade), s\u00e3o definidos como: Res\u00edduos, produzidos em unidades de presta\u00e7\u00e3o de cuidados de sa\u00fade, incluindo as actividades m\u00e9dicas de diagn\u00f3sticos, tratamentos e preven\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a dos seres humanos ou animais, e ainda as actividades de investiga\u00e7\u00e3o relacionadas. A gest\u00e3o de res\u00edduos, segundo o mesmo decreto, \u00e9 entendida como as \u201c opera\u00e7\u00f5es de recolha, transporte, tratamento, valoriza\u00e7\u00e3o e elimina\u00e7\u00e3o de res\u00edduos, incluindo a monitoriza\u00e7\u00e3o dos locais de descargas ap\u00f3s encerramento das respectivas instala\u00e7\u00f5es, bem como o planeamento dessas opera\u00e7\u00f5es\u201d, sendo atribu\u00eddas as responsabilidades dessa gest\u00e3o aos produtores, designadamente \u00e0s unidades de sa\u00fade, \u00e0s quais \u00e9 possibilitada a realiza\u00e7\u00e3o de acordos com as administra\u00e7\u00f5es municipais ou com empresas devidamente autorizadas.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-right: 0.2pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">O destino a dar aos <a href=\"http:\/\/www.cenedcursos.com.br\/posgraduacao\/produto\/gestao-e-logistica-hospitalar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">res\u00edduos hospitalares<\/a> levanta s\u00e9rios problemas atendendo \u00e0 a sua natureza, uma parte consider\u00e1vel est\u00e1 contaminada por via biol\u00f3gica ou qu\u00edmica e radioactivamente perigosa, ao seu volume, estima-se que cada doente internado produza actualmente mais de 1kg de res\u00edduos hospitalares contaminados, aos custos do seu tratamento, a incinera\u00e7\u00e3o, que \u00e9 o processo mais comum, ronda os 3.700 Kwanzas por tonelada.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-right: 0.2pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">A consci\u00eancia de que determinados res\u00edduos hospitalares (sangue, secre\u00e7\u00f5es, material ionizado, produtos qu\u00edmicos e tecidos humanos), enquanto focos de contamina\u00e7\u00e3o, constituem perigo para a sa\u00fade p\u00fablica, tornou-se mais aguda a partir do desenvolvimento de graves doen\u00e7as transmiss\u00edveis, como a SIDA e a hepatite B. Esta situa\u00e7\u00e3o levou o aumento das preocupa\u00e7\u00f5es com os cuidados a ter com os res\u00edduos hospitalares, que se reflectiram igualmente na cria\u00e7\u00e3o de legisla\u00e7\u00e3o especifica (que pretende evitar a sua deposi\u00e7\u00e3o em lixeiras, por exemplo), com o consequente crescimento das quantidades de res\u00edduos a incinerar provocando problemas ambientais graves. Com efeito, a heterogeneidade da massa dos res\u00edduos hospitalares e a falta de prepara\u00e7\u00e3o das unidades de incinera\u00e7\u00e3o para o tratamento de quantidades crescentes de res\u00edduos tem levado \u00e0 impossibilidade do cumprimento dos limites de emiss\u00e3o de gases cada vez mais estritos.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-right: 0.2pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Os esfor\u00e7os feitos para remediar esta situa\u00e7\u00e3o e que incluem a instala\u00e7\u00e3o de unidades de incinera\u00e7\u00e3o de maior dimens\u00f5es e o tratamento adequado das emiss\u00f5es gasosas geram custos que contribuem presentemente para um significativo aumento das despesas das entidades hospitalares.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-right: 0.2pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Assim, tem-se tornado necess\u00e1rio o desenvolvimento de diferentes pr\u00e1ticas de gest\u00e3o de res\u00edduos hospitalares que permitam a redu\u00e7\u00e3o da quantidade de res\u00edduos a tratar e a introdu\u00e7\u00e3o de processos de tratamento alternativos \u00e0 incinera\u00e7\u00e3o.<\/span><\/span><\/p>\n<h3 class=\"MsoNormal\" style=\"margin-right: 0.2pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>1. ESQUEMA POL\u00cdTICO \u2013 LEGAL<\/strong><\/span><\/span><\/h3>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>1.1. Pol\u00edticas de Sa\u00fade e Ambiental<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">A pol\u00edtica de sa\u00fade desenvolvida pelo governo da Rep\u00fablica de Angola \u00e9 executada pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade atrav\u00e9s dos seus desmembramentos. Esta pol\u00edtica pode ser reflectida pelos objectivos de desenvolvimento sanit\u00e1rio do pa\u00eds, o objectivo essencial de aumentar o acesso aos cuidados e de melhorar a qualidade destes \u00faltimos.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">A Lei n.\u00ba 21-A\/92 (Lei de Bases do Sistema Nacional de Sa\u00fade) estabelece as Linhas Gerais da Pol\u00edtica de Sa\u00fade. O Artigo 19\u00ba do Cap\u00edtulo II, estabelece que compete \u00e0s Autoridades Provinciais de Sa\u00fade propor os planos de actividade e o or\u00e7amento respectivo, bem como acompanhar a sua execu\u00e7\u00e3o e deles prestar contas. O Artigo 31\u00ba do Cap\u00edtulo III, regula o Apoio ao Sector Privado, e no Artigo 33\u00ba a interven\u00e7\u00e3o de Institui\u00e7\u00f5es Privadas de Fins N\u00e3o Lucrativo com Objectivos de Sa\u00fade.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">A Lei n.\u00ba 5\/87 (Regulamento Sanit\u00e1rio da Rep\u00fablica de Angola), estabelece as compet\u00eancias das Autoridades Sanit\u00e1rias e da Pol\u00edcia Sanit\u00e1ria e Mortu\u00e1ria assim como a obrigatoriedade de participa\u00e7\u00e3o das doen\u00e7as transmiss\u00edveis e das etapas a seguir nestes casos. Esta lei contempla tamb\u00e9m a fiscaliza\u00e7\u00e3o de g\u00e9neros aliment\u00edcios.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyText2\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">A pol\u00edtica de Ambiente desenvolvida pelo Governo da Rep\u00fablica de Angola, est\u00e1 consubstanciada no Decreto n.\u00ba 51\/04, de 23 de Julho \u2013 Lei de Bases do Ambiente. A Lei de Bases do Ambiente, define os conceitos e os princ\u00edpios b\u00e1sicos de protec\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o do Ambiente, promo\u00e7\u00e3o e qualidade de Vida e do uso racional dos Recursos naturais. De acordo com o Artigo 19\u00ba, \u201c O Governo deve fazer publicar e cumprir legisla\u00e7\u00e3o de controlo da produ\u00e7\u00e3o, emiss\u00e3o, dep\u00f3sito, importa\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de poluentes gasosos, l\u00edquidos e s\u00f3lidos\u201d. Est\u00e1 tamb\u00e9m contemplada nesta Lei a Educa\u00e7\u00e3o Ambiental (Artigo 20\u00ba).<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyText2\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Em seguimento da Lei de Bases do Ambiente, foi aprovada a Lei n\u00ba 6\/02, de 21 de Junho \u2013 Lei das \u00c1guas, que estabelece os princ\u00edpios gerais do regime jur\u00eddico inerente ao uso dos Recursos H\u00eddricos. No Artigo 67\u00ba desta Lei est\u00e3o descritas as actividades interditas, sendo interdito b) acumular res\u00edduos s\u00f3lidos, desperd\u00edcios ou quaisquer subst\u00e2ncias em locais e condi\u00e7\u00f5es que contaminem ou criem perigo de contamina\u00e7\u00e3o das \u00e1guas.\u201d.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Na presente data ainda n\u00e3o existe em Angola enquadramento legal para os res\u00edduos hospitalares, nem de quaisquer actividades ligadas ao seu manuseamento, tratamento ou destino final. Existe unicamente um esbo\u00e7o de um plano de gest\u00e3o dos res\u00edduos s\u00f3lidos hospitalares a n\u00edvel das unidades de sa\u00fade.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>1.2. Organiza\u00e7\u00e3o do Sistema de Sa\u00fade <\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">De acordo com a Lei n.\u00ba 21-B\/92, de 28 de Agosto \u2013 Lei de Bases do Sistema Nacional de Sa\u00fade, no Artigo 1\u00ba, a Presta\u00e7\u00e3o de Cuidados Sanit\u00e1rios estabelece-se em tr\u00eas n\u00edveis:<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">a) N\u00edvel Prim\u00e1rio ou de cuidados prim\u00e1rios de sa\u00fade;<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">b) N\u00edvel Secund\u00e1rio ou da rede hospitalar polivalente;<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">c) N\u00edvel terci\u00e1rio ou de rede diferenciada;<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Ainda de acordo com esta Lei, as estruturas B\u00e1sicas de Sa\u00fade do Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade e a sua cobertura, s\u00e3o as seguintes: Posto de Sa\u00fade, Centro de Sa\u00fade, Centro de Sa\u00fade de Refer\u00eancia\/Hospital Municipal, Hospital Geral, Hospital Central e Estabelecimentos e Servi\u00e7os Especiais. Esta Lei, descreve ainda as v\u00e1rias estruturas B\u00e1sicas de Sa\u00fade e as suas compet\u00eancias e obriga\u00e7\u00f5es.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Segundo o publicado no Di\u00e1rio da Rep\u00fablica n\u00ba2 de 14 de Janeiro de 2000 \u2013 Estatuto Org\u00e2nico do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, a estrutura\u00e7\u00e3o administrativa dos cuidados de Sa\u00fade, coordenada a n\u00edvel central pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, \u00e9 coordenada conforme o organigrama do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade abaixo descrito.<\/span><\/span><\/p>\n<h3 class=\"MsoNormal\" style=\"margin-right: 0.2pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>2. GEST\u00c3O DE RES\u00cdDUOS HOSPITALARES EM ANGOLA: DIAGN\u00d3STICO DA SITUA\u00c7\u00c3O ACTUAL<\/strong><\/span><\/span><\/h3>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>2.1 Pr\u00e1ticas existentes<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Foram realizadas visitas e entrevistas nas seguintes Unidades de Sa\u00fade:<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Prov\u00edncia de Luanda : <\/span><\/span><\/p>\n<ul style=\"margin-top: 0cm;\">\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Hospital Josina Machel <\/span><\/span><\/li>\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Maternidade Augusto N\u2019Gangula<\/span><\/span><\/li>\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Hospital Central Am\u00e9rico Boavida <\/span><\/span><\/li>\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Hospital Pedi\u00e1trico David Bernardino<\/span><\/span><\/li>\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Hospital do Prenda<\/span><\/span><\/li>\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Hospital do Kilamba-Kiaxi<\/span><\/span><\/li>\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Hospital dos Cajueiros<\/span><\/span><\/li>\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Cl\u00ednica Privada Anglodente<\/span><\/span><\/li>\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Cl\u00ednica Privada Sagrada Esperan\u00e7a<\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Prov\u00edncia do Bengo :<\/span><\/span><\/p>\n<ul style=\"margin-top: 0cm;\">\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Hospital do Ambriz<\/span><\/span><\/li>\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Hospital de Catete<\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Prov\u00edncia de Cabinda :<\/span><\/span><\/p>\n<ul style=\"margin-top: 0cm;\">\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Hospital Central de Cabinda<\/span><\/span><\/li>\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Hospital Militar<\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Prov\u00edncia da Hu\u00edla :<\/span><\/span><\/p>\n<ul style=\"margin-top: 0cm;\">\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Hospital Central A. Agostinho Neto<\/span><\/span><\/li>\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Hospital Pedi\u00e1trico Pioneiro Zeca<\/span><\/span><\/li>\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Centro de Sa\u00fade da Mitcha<\/span><\/span><\/li>\n<li class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Centro de Sa\u00fade do Tchioco<\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Estas visitas no terreno, revelaram uma certa homogeneidade nas pr\u00e1ticas de gest\u00e3o dos res\u00edduos hospitalares em todas as unidades de sa\u00fade \u00e1 excep\u00e7\u00e3o da Cl\u00ednica privada Sagrada Esperan\u00e7a em Luanda, que n\u00e3o s\u00f3 mant\u00eam algumas metodologias de gest\u00e3o dos res\u00edduos hospitalares, como possui equipamentos de elimina\u00e7\u00e3o em funcionamento.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Recolha de Res\u00edduos Hospitalares<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">A pr\u00e9-recolha e a recolha dos res\u00edduos (<a href=\"https:\/\/www.cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/correta-separacao-dos-residuos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">res\u00edduos dom\u00e9sticos<\/a> e outros incluindo res\u00edduos hospitalares contaminados), \u00e9 geralmente efectuada por meio de caixotes de lixo de pl\u00e1stico, com ou sem saco, por meio de caixas de cart\u00e3o ou algumas vezes por meio de caixotes de alum\u00ednio munidos ou n\u00e3o de tampa, nos respectivos servi\u00e7os. <\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">Todos os equipamentos de recolha, recebem sem distin\u00e7\u00e3o restos alimentares, embalagens de medicamentos, compressas e pensos dos tratamentos, sistemas, garrafas de soro, seringas, agulhas, etc. \u00c9 frequente a perman\u00eancia destes equipamentos de recolha nas enfermarias, ou nos locais de tratamento, no entanto, em certos casos, as equipas de enfermagem utilizam carrinhos de tratamentos munidos com caixote para res\u00edduos (podendo ser de pl\u00e1stico, alum\u00ednio ou cart\u00e3o), destinados a receber o res\u00edduos dos tratamentos, algod\u00f5es, pensos e compressas utilizadas, seringas, agulhas, etc. <\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">\u00c9 not\u00f3ria, a frequente falta de higiene, e por vezes existem res\u00edduos s\u00f3lidos e l\u00edquidos no ch\u00e3o das Unidades Sanit\u00e1rias.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">Os res\u00edduos l\u00edquidos s\u00e3o sem excep\u00e7\u00e3o vazados nas pias da casa de banho ou dos laborat\u00f3rios, s\u00e3o direccionados ao sistema da rede p\u00fablica de esgoto.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyText\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><br \/>\n<img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"187\" data-permalink=\"https:\/\/cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/imagem1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/wp-content\/uploads\/2007\/10\/imagem1-1.jpg?fit=180%2C136&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"180,136\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"imagem1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/wp-content\/uploads\/2007\/10\/imagem1-1.jpg?fit=180%2C136&amp;ssl=1\" 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\/>\nFigura 2:<\/strong> Balde dos res\u00edduos em alum\u00ednio<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyText\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-189\" title=\"\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/wp-content\/uploads\/2007\/10\/imagem3.jpg?resize=180%2C135&#038;ssl=1\" alt=\"gest\u00e3o de res\u00edduos\" width=\"180\" height=\"135\" \/> Figura 3: <\/strong>Caixa de res\u00edduos em cart\u00e3o<strong><br \/>\n<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoBodyText\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-190\" title=\"\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/wp-content\/uploads\/2007\/10\/imagem4.jpg?resize=180%2C135&#038;ssl=1\" alt=\"gest\u00e3o de res\u00edduos\" width=\"180\" height=\"135\" \/> Figura 4:<\/strong> Carrinho de tratamentos<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Equipas de Limpeza<\/strong> <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Algumas Unidades de sa\u00fade da Prov\u00edncia de Luanda t\u00eam contratos com empresas privadas de limpeza. No entanto na maioria das US da capital e em especial nas prov\u00edncias, a limpeza \u00e9 assegurada por equipas afectas \u00e0s respectivas US. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Estas equipas de limpeza, s\u00e3o constitu\u00eddas por empregadas de limpeza que est\u00e3o encarregues n\u00e3o s\u00f3 da limpeza, mas tamb\u00e9m da pr\u00e9-recolha, recolha e frequentemente armazenamento dos res\u00edduos produzidos nas salas de tratamento, enfermarias, blocos operat\u00f3rios, salas de parto, salas de espera, etc.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Os res\u00edduos hospitalares, s\u00e3o removidos e transportados pela empregadas de limpeza, recorrendo por vezes ao uso de suportes rodados. No entanto na maioria das vezes, visto n\u00e3o existirem sacos para pr\u00e9-recolha e recolha dos res\u00edduos, os caixotes do lixo s\u00e3o transportados e vazados em contentores, ap\u00f3s o que s\u00e3o lavados ou limpos com panos h\u00famidos. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Na generalidade das unidades de sa\u00fade, as equipas de limpeza nem sempre utilizam equipamento de protec\u00e7\u00e3o, tal como luvas e m\u00e1s caras, mesmo no que diz respeito aos funcion\u00e1rios das empresas privadas de limpeza embora estas forne\u00e7am este tipo de equipamento.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: left;\" align=\"center\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-191\" title=\"\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/wp-content\/uploads\/2007\/10\/imagem5.jpg?resize=296%2C222&#038;ssl=1\" alt=\"res\u00edduos hospitalares\" width=\"296\" height=\"222\" border=\"0\" \/>\u00a0Figura 5: <\/strong>Pessoal de limpeza<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Triagem dos Res\u00edduos Hospitalares<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">A triagem dos res\u00edduos varia conforme os servi\u00e7os das Unidades de sa\u00fade em quest\u00e3o, e refere-se essencialmente a agulhas, cortantes e em alguns casos placentas. <\/span>Com efeito, a n\u00edvel da maior parte das estruturas sanit\u00e1rias, os res\u00edduos hospitalares n\u00e3o s\u00e3o objecto de triagem, excep\u00e7\u00e3o feita para as agulhas que s\u00e3o escolhidas e armazenadas em frascos de soro, garrafas de pl\u00e1stico ou embalagens de sumo recuperadas. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Os frascos ou garrafas cheios, s\u00e3o depois colocados nos contentores de armazenagem juntamente com os restantes res\u00edduos, sendo no entanto frequente encontrar agulhas e outros cortantes nos caixotes de lixo.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Existem tr\u00eas excep\u00e7\u00f5es: <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a7 Na cl\u00ednica Privada Sagrada Esperan\u00e7a (Luanda); <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a7 Na Unidade de Hemoterapia do Hospital Central Agostinho Neto (Hu\u00edla) existem recept\u00e1culos de pl\u00e1stico imperfur\u00e1vel, herm\u00e9ticos e com destino a incinera\u00e7\u00e3o;<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 0cm;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">\u00a7 No centro de Sa\u00fade do Tchioco existem caixas de cart\u00e3o destinadas a incinera\u00e7\u00e3o, fornecidas pela UNICEF.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Nos bancos de sangue, os sacos com sangue declarados positivos ao HBS (hepatite B) e ao HIV (SIDA) s\u00e3o escolhidos e armazenados \u00e0 parte num equipamento refrigerador antes da elimina\u00e7\u00e3o (no caso da Prov\u00edncia de Luanda, esta elimina\u00e7\u00e3o \u00e9 efectuada pelo Hospital Central Am\u00e9rico Boavida). <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">As caixas de petri contendo culturas, s\u00e3o colocadas \u00e0 parte e esterilizadas em auto clave antes da sua rejei\u00e7\u00e3o nos caixotes de lixo.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">As pe\u00e7as anat\u00f3micas de elevado porte resultantes de cirurgias, s\u00e3o encaminhadas para os cemit\u00e9rios para enterro, ou no caso da Prov\u00edncia de Luanda s\u00e3o encaminhadas para o Hospital Central Am\u00e9rico Boavida, que depois as encaminha tamb\u00e9m para enterro.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Em algumas <a href=\"http:\/\/www.angop.ao\/angola\/pt_pt\/noticias\/ambiente\/2015\/5\/24\/Angola-Plano-gestao-residuos-hospitalares-contribui-para-defesa-saude-ambiente,51beaa79-2a91-443b-ba21-133cf3b81961.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Unidades de sa\u00fade<\/a>, sobretudo na capital, tamb\u00e9m \u00e9 efectuada triagem nas salas de parto. Os derivados de parto (placentas, e derivados l\u00edquidos) s\u00e3o colocados em sacos de pl\u00e1sticos que s\u00e3o posteriormente amarrados, encaminhados para um local de armazenamento interm\u00e9dio (normalmente casas de banho) e depois colocados nos contentores da empresa de Res\u00edduos hospitalares (RECOLIX). Nas Prov\u00edncias a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 diferente, visto que na maior parte das unidades de sa\u00fade os derivados de parto s\u00e3o ensacados e colocados no contentor p\u00fablico ou em lixeira p\u00fablica. No Centro de Sa\u00fade da Mitcha e no Centro de Sa\u00fade do Tchioco (ambos na Prov\u00edncia da Hu\u00edla), os derivados de parto s\u00e3o levados pelos familiares.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">A roupa suja \u00e9, regra geral, encaminhada \u00e0 parte para a lavandaria, sendo frequente que os doentes levem a sua pr\u00f3pria roupa de cama pelo que nestes casos s\u00e3o os familiares que tratam da roupa suja, contaminada ou potencialmente contaminada.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: left;\" align=\"center\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-192\" title=\"\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/wp-content\/uploads\/2007\/10\/imagem6.jpg?resize=185%2C139&#038;ssl=1\" alt=\"res\u00edduos hospitalares\" width=\"185\" height=\"139\" border=\"0\" \/>Figura 6:<\/strong> Recipiente para triagem de agulhas<\/span><\/span><\/p>\n<h5 style=\"margin: 0cm 0cm 0.0001pt;\"><\/h5>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Armazenagem Interm\u00e9dia<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">A maior parte dos res\u00edduos recolhidos nos diferentes servi\u00e7os, n\u00e3o sofre nenhuma armazenagem espec\u00edfica. Excep\u00e7\u00e3o feita \u00e0s agulhas, que s\u00e3o primeiramente armazenadas em garrafas de pl\u00e1stico ou frascos de soro ou ainda em embalagens de sumo, e em seguida colocadas junto aos restantes res\u00edduos.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">Os outros res\u00edduos, s\u00e3o colocados em caixotes de lixo ou contentores da RECOLIX, situados em salas n\u00e3o espec\u00edficas ou nos p\u00e1tios das Unidades de sa\u00fade. Assim, o armazenamento interm\u00e9dio \u00e9 efectuado nas casas de banho, lavabos, corredores ou mesmo nos p\u00e1tios das Unidades de sa\u00fade.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong><span style=\"color: black;\">Transporte dos res\u00edduos nas Unidades de Sa\u00fade<\/span><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">Na grande maioria das unidades de sa\u00fade, o transporte dos res\u00edduos \u00e9 efectuado pelo pessoal de limpeza, em sacos ou em baldes, com ou sem suporte rodado. Os res\u00edduos, s\u00e3o transportados para os locais de armazenagem final, sem qualquer protec\u00e7\u00e3o quer dos res\u00edduos quer do pessoal de limpeza (n\u00e3o utilizam luvas, nem sacos) e a qualquer hora do dia, mesmo nos per\u00edodos de maior aflu\u00eancia de utentes.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">A roupa suja \u00e9 algumas vezes transportada atrav\u00e9s de suporte rodado. A evacua\u00e7\u00e3o dos desperd\u00edcios \u00e9 permanente e faz-se mesmo \u00e0 hora de maior aflu\u00eancia de utentes.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-193\" title=\"\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/wp-content\/uploads\/2007\/10\/imagem7.jpg?resize=180%2C135&#038;ssl=1\" alt=\"res\u00edduos hospitalares gest\u00e3o de res\u00edduos\" width=\"180\" height=\"135\" \/> Figura 7:<\/strong> Suporte rodado para transporte de res\u00edduos (Hospital Josina-Machel)<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Armazenagem final nas Unidades de sa\u00fade<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">Na maior parte das unidades de sa\u00fade visitadas, os res\u00edduos s\u00e3o colocados n\u00e3o ensacados, em contentores p\u00fablicos ao ar livre ou mesmo em lixeiras nas traseiras das Unidades de sa\u00fade, de f\u00e1cil acesso a pessoas e animais e expostos \u00e0s condi\u00e7\u00f5es climat\u00e9ricas. De real\u00e7ar, que dados os elevados n\u00edveis de pobreza existentes, \u00e9 frequente encontrar pessoas remexendo no lixo.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">Em certas unidades de sa\u00fade, como na Cl\u00ednica Privada Sagrada Esperan\u00e7a e no Hospital Pedi\u00e1trico David Bernardino, ambas em Luanda, os res\u00edduos s\u00e3o colocados em salas de armazenagem fechadas no exterior, que s\u00f3 s\u00e3o abertas aquando da recolha pelos servi\u00e7os municipalizados ou por parte da empresa privada RECOLIX. <\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">\u00c9 de referenciar, que nesta \u00faltima Unidade de Sa\u00fade, mesmo tendo porta, esta se encontra frequentemente aberta, o que possibilita a entrada de pessoas e animais.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" align=\"center\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>\u00a0<span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-194 alignleft\" style=\"vertical-align: middle;\" title=\"\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/wp-content\/uploads\/2007\/10\/imagem8.jpg?resize=180%2C135&#038;ssl=1\" alt=\"residuos hospitalares gest\u00e3o de res\u00edduos\" width=\"180\" height=\"135\" \/><\/strong><\/span><\/span><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: left;\" align=\"center\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Figura 8:<\/strong> Dep\u00f3sito de res\u00edduos ao ar livre<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Recupera\u00e7\u00e3o e Reutiliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">O material utilizado durante as interven\u00e7\u00f5es cir\u00fargicas (pin\u00e7as, tesouras, etc.), \u00e9 esterilizado por auto clave ou estufa, e reutilizado. O material de vidro nos laborat\u00f3rios, tamb\u00e9m \u00e9 utilizado ap\u00f3s lavagem ou desinfec\u00e7\u00e3o.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Transporte para Elimina\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">Na maioria dos casos, o transporte \u00e9 efectuado pelo munic\u00edpio, pelo que os res\u00edduos hospitalares contaminados t\u00eam o mesmo destino que os res\u00edduos urbanos. Em algumas Unidades de sa\u00fade na Prov\u00edncia de Luanda os res\u00edduos s\u00e3o transportados pela empresa privada RECOLIX, sendo estes recolhidos por norma diariamente. Geralmente, a frequ\u00eancia do servi\u00e7o assegurado pelos munic\u00edpios n\u00e3o \u00e9 regular, sendo normalmente a sua recolha efectuada com intervalos de semanas.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong><span style=\"color: black;\">Sistema de tratamento e de elimina\u00e7\u00e3o\/lugar de elimina\u00e7\u00e3o <\/span><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">Os res\u00edduos tirados na fonte, principalmente as agulhas, juntam-se invariavelmente ao circuito ao n\u00edvel da recolha e do armazenamento interm\u00e9dio tendo pois o mesmo destino final que os restantes res\u00edduos. Isto \u00e9 particularmente perigoso para o pessoal m\u00e9dico, de limpeza bem como pessoal de recolha do munic\u00edpio. <\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Na Prov\u00edncia de Luanda, os res\u00edduos hospitalares seguem duas vias de elimina\u00e7\u00e3o distintas. Os res\u00edduos que s\u00e3o recolhidos pela empresa privada RECOLIX, s\u00e3o encaminhados para incinera\u00e7\u00e3o numas instala\u00e7\u00f5es pertencentes \u00e1 empresa. Estas instala\u00e7\u00f5es incineradoras s\u00e3o novas, t\u00eam elevada capacidade e encontram-se em bom estado de funcionamento, enfrentando no entanto problemas financeiros, devido a dificuldades de tesouraria e pelas despesas com viaturas, devido \u00e0s m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es das infra-estruturas rodovi\u00e1rias. Os res\u00edduos que s\u00e3o depositados nos contentores p\u00fablicos ou em lixeiras nas traseiras das unidades de sa\u00fade, s\u00e3o recolhidos pela empresa ELISAL e encaminhados para o aterro. Os Hospitais Am\u00e9rico Boavida e Pedi\u00e1trico David Bernardino, t\u00eam pequenas instala\u00e7\u00f5es incineradoras, que n\u00e3o se encontram em funcionamento por ordem de encerramento Estatal.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">O Hospital Central de Cabinda, tem uma instala\u00e7\u00e3o incineradora de dupla c\u00e2mara. Na altura da visita, esta instala\u00e7\u00e3o n\u00e3o se encontrava em funcionamento por dificuldades em adquirir combust\u00edvel, no entanto foi garantido que estava em boas condi\u00e7\u00f5es de funcionamento.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">No Hospital Central Agostinho Neto, no Lubango, tamb\u00e9m existe uma pequena incineradora sendo que para al\u00e9m de funcionar a temperaturas muito baixas t\u00eam problemas no sistema de elimina\u00e7\u00e3o de fumos.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Na maior parte das Unidades de sa\u00fade de menor dimens\u00e3o, centros e postos de sa\u00fade, os res\u00edduos s\u00e3o queimados a c\u00e9u aberto nas traseiras das instala\u00e7\u00f5es.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">As placentas, s\u00e3o na sua maioria tratadas como os restantes res\u00edduos, visto que s\u00e3o juntas ao circuito ao n\u00edvel da armazenagem interm\u00e9dia nas Unidades de sa\u00fade, salvo as excep\u00e7\u00f5es em que os familiares as levam consigo. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Relativamente \u00e0s roupas sujas, estas s\u00e3o encaminhadas para as lavandarias das Unidades de sa\u00fade ou levadas para casa pelos familiares dos pacientes. \u00c9 de real\u00e7ar o generalizado estado de degrada\u00e7\u00e3o e falta de equipamentos encontrado nas lavandarias, sendo que muitas vezes a roupa \u00e9 lavada \u00e1 m\u00e3o em tanques. Esta roupa, uma vez introduzida de novo no circuito da Unidade de Sa\u00fade pode <span style=\"color: black;\">provocar contamina\u00e7\u00f5es diversas ao pessoal de sa\u00fade e utentes.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: left;\" align=\"center\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-195\" title=\"\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/wp-content\/uploads\/2007\/10\/imagem11.jpg?resize=305%2C230&#038;ssl=1\" alt=\"residuos hospitalares gest\u00e3o de res\u00edduos\" width=\"305\" height=\"230\" \/> Figura 11: <\/strong>Instala\u00e7\u00e3o Incineradora da RECOLIX<br \/>\n(Prov\u00edncia de Luanda)<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Preformatted\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-196\" title=\"\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/wp-content\/uploads\/2007\/10\/imagem12.jpg?resize=185%2C139&#038;ssl=1\" alt=\"residuos hospitalares\" width=\"185\" height=\"139\" border=\"0\" \/>Figura 12:<\/strong> Lavandaria<br \/>\n<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"Preformatted\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-197\" title=\"\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/wp-content\/uploads\/2007\/10\/imagem13.jpg?resize=185%2C139&#038;ssl=1\" alt=\"residuos hospitalares\" width=\"185\" height=\"139\" border=\"0\" \/><strong>Figura 13:<\/strong> Lavandaria <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong><span style=\"color: black;\">Res\u00edduos L\u00edquidos<\/span><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"color: black;\">Os res\u00edduos l\u00edquidos (sangue, urina, etc.) s\u00e3o eliminados nos lavabos e pias para as redes de esgotos, ou lan\u00e7ados no caixote de lixo com os tubos de an\u00e1lises cl\u00ednicas.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong><span style=\"color: black;\">Conclus\u00f5es <\/span><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Ao n\u00edvel das inst\u00e2ncias de direc\u00e7\u00e3o existe um desajuste entre a percep\u00e7\u00e3o e a realidade em termos de riscos, o que poder\u00e1 ser justificado pelo longo per\u00edodo de guerra a que Angola esteve sujeita.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Ao n\u00edvel da unidades de sa\u00fade, o pessoal t\u00e9cnico de sa\u00fade t\u00eam na maioria das vezes no\u00e7\u00e3o dos riscos, mas a falta de equipamentos e de infra-estruturas, assim como o estado de degrada\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es, levam a que na pr\u00e1tica esses riscos sejam muitas vezes relativizados.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-right: 0.2pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">A percep\u00e7\u00e3o dos riscos, ao n\u00edvel do pessoal de limpeza e da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 muito baixo.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-right: 0.2pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Promover ac\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o, no sentido de garantir um registo, triagem, recolha selectiva e tratamento adequados.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-right: 0.2pt; text-align: right;\"><strong><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><em>Autor: Paulo Domingos Brinca &#8211; Angola<\/em><\/span><\/span><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os res\u00edduos hospitalares, (Lei n\u00ba 21-A\/92, Lei de Bases do Sistema de Nacional de Sa\u00fade), s\u00e3o definidos como: Res\u00edduos, produzidos em unidades de presta\u00e7\u00e3o de cuidados de sa\u00fade, incluindo as actividades m\u00e9dicas de diagn\u00f3sticos, tratamentos e preven\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a dos seres humanos ou animais, e ainda as actividades de investiga\u00e7\u00e3o relacionadas. 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