{"id":353,"date":"2008-09-05T16:49:50","date_gmt":"2008-09-05T16:49:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cenedcursos.com.br\/?p=353"},"modified":"2008-09-05T16:49:50","modified_gmt":"2008-09-05T16:49:50","slug":"petroleo-africano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/petroleo-africano\/","title":{"rendered":"Os produtores africanos e seu melhor cliente"},"content":{"rendered":"<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt; line-height: 115%;\"><strong><em>* Por Mauro Kahn &amp; Pedro N\u00f3brega <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt; line-height: 115%;\">A Ind\u00fastria do Petr\u00f3leo africana, que figura a cada dia mais importante geopoliticamente, caminha hoje entre o t\u00eanue fio que separa o potencial desenvolvimento de um pa\u00eds da submiss\u00e3o econ\u00f4mica. Seus produtores mais significativos s\u00e3o L\u00edbia e Arg\u00e9lia (pa\u00edses do norte africano) e Nig\u00e9ria e Angola (situados na costa oeste da \u00c1frica Subsaariana). Altamente dependentes do petr\u00f3leo, esses quatro produtores africanos respondem por estimadamente 9% da produ\u00e7\u00e3o mundial, com uma produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de 8 milh\u00f5es de barris. No que se refere \u00e0s reservas, os quatro representam cerca de 8% das reservas mundiais, uma vez que estas totalizam 100 bilh\u00f5es de barris. Dos quatro, somente Angola possui um R\/P baixo. <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt; line-height: 115%;\">No quesito \u201cconsumo\u201d, o quadro muda, pois quase todo o petr\u00f3leo \u00e9 para exporta\u00e7\u00e3o. O consumo di\u00e1rio dos quatro produtores n\u00e3o totaliza sequer 1 milh\u00e3o de barris\/dia ( 876 mil por dia) \u2013 ou seja, cerca de 10% de sua produ\u00e7\u00e3o. Entretanto, cabe ressaltar que este quadro poder\u00e1 se modificar atrav\u00e9s das mudan\u00e7as que certamente vir\u00e3o com as novas perspectivas econ\u00f4micas e pol\u00edticas. Os caminhos de sa\u00edda do continente africano favorecem os principais produtores. Enquanto L\u00edbia e Arg\u00e9lia se beneficiam do Mar Mediterr\u00e2neo para atingir o mercado europeu, Nig\u00e9ria e Angola t\u00eam \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o o Oceano Atl\u00e2ntico, o qual lhes possibilita exportar com tranq\u00fcilidade tamb\u00e9m para as Am\u00e9ricas (em 2007, as exporta\u00e7\u00f5es de Angola para o Brasil praticamente duplicaram gra\u00e7as ao petr\u00f3leo). <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt; line-height: 115%;\">O Egito, apesar de possuir reservas bem mais modestas, \u00e9 largamente compensado por seu potencial log\u00edstico. Seu grande trunfo \u00e9 o Canal de Suez, principal passagem africana para o mercado asi\u00e1tico. O canal det\u00e9m tanto valor que chegou a ser o estopim para a segunda crise do petr\u00f3leo (quando, em 1956, Gamal Nasser decidiu nacionalizar o Canal de Suez). A situa\u00e7\u00e3o dos dois principais \u201cpares\u201d de produtores \u00e9 bastante distinta. Enquanto L\u00edbia e Arg\u00e9lia est\u00e3o posicionados entre os melhores IDHs do continente, Nig\u00e9ria e Angola apresentam n\u00edveis baixos e sofrem com s\u00e9rios conflitos internos (Angola vive em estado de paz nos \u00faltimos anos, o que torna as previs\u00f5es mais otimistas). O \u00fanico fio que realmente une estes pa\u00edses \u00e9 a forte competi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica envolvendo China e EUA, ambos investidores pesados do continente (a \u00cdndia, outro pa\u00eds em desenvolvimento, tamb\u00e9m investe, no entanto de maneira menos expressiva). Dependendo das circunst\u00e2ncias, esta competi\u00e7\u00e3o pode ser saud\u00e1vel para a \u00c1frica. Na L\u00edbia, pa\u00eds onde o n\u00edvel de pobreza \u00e9 baixo em compara\u00e7\u00e3o a pa\u00edses vizinhos, a for\u00e7a do Estado e a relativa consist\u00eancia da economia impedem que os fortes investimentos americanos (e agora chineses) coloquem o pa\u00eds sob jugo estrangeiro e ao mesmo tempo garantem que os contratos internacionais sejam cumpridos. <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt; line-height: 115%;\">Na Arg\u00e9lia, onde a China ainda tem dificuldades para penetrar, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 semelhante, ainda que os EUA tenham bases militares instaladas no pa\u00eds. Para os pa\u00edses subsaarianos, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais complexa. A Nig\u00e9ria \u00e9 um exemplo bastante ilustrativo: envolvida em conflitos internos, marcada pela pobreza e pela fragilidade da economia nacional, pode vir a tornar-se um alvo f\u00e1cil para o dom\u00ednio estrangeiro. Por ora, tanto a Nig\u00e9ria quanto outros pa\u00edses subsaarianos v\u00eam aproximando-se da China, aproveitando-se da postura chinesa de auxiliar na reconstru\u00e7\u00e3o do continente (ao mesmo tempo em que ocupa seu espa\u00e7o no mercado africano). <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt; line-height: 115%;\">Em 2004, o crescimento do com\u00e9rcio entre China e \u00c1frica foi de impressionantes 50%, o que prova n\u00e3o ser por acaso a recente decis\u00e3o dos chineses de injetar dois bilh\u00f5es de d\u00f3lares em Angola para a constru\u00e7\u00e3o de infraestrutura offshore. Apesar da expressiva produ\u00e7\u00e3o, o consumo de petr\u00f3leo dos pa\u00edses africanos \u00e9 quase insignificante. H\u00e1 poucas refinarias na \u00c1frica e a distribui\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis \u00e9 limitada. Tomemos como exemplo a ind\u00fastria automobil\u00edstica: somando os quatro maiores produtores (L\u00edbia, Arg\u00e9lia, Nig\u00e9ria e Angola), n\u00e3o chegamos nem a quatro milh\u00f5es de autom\u00f3veis; com o mesmo n\u00famero de habitantes (192 milh\u00f5es de habitantes), a frota do Brasil \u00e9 de quase 50 milh\u00f5es de ve\u00edculos. \u00c9 importante lembrar que a China, que tanto ambiciona o petr\u00f3leo africano para atender sua demanda crescente (contribuindo para uma preocupante disparada nas cota\u00e7\u00f5es), tamb\u00e9m olha com aten\u00e7\u00e3o para o mercado consumidor africano. <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt; line-height: 115%;\">A China investe pesadamente em sua Ind\u00fastria Automobil\u00edstica e \u2013 com seus pre\u00e7os \u201ctradicionalmente\u201d baixos \u2013 poder\u00e1, em um futuro n\u00e3o muito distante, revolucionar a frota de autom\u00f3veis africana. Isso sem contar com os investimentos destinados ao downstream, a amplia\u00e7\u00e3o da malha rodovi\u00e1ria, a gera\u00e7\u00e3o de empregos e o aumento de renda (ou seja, tudo que \u00e9 necess\u00e1rio para estimular o aumento da frota e, conseq\u00fcentemente, do consumo de derivados). O aumento da frota mundial de ve\u00edculos tende a crescer, e esta \u00e9 apenas uma das ramifica\u00e7\u00f5es de mercado a serem exploradas a partir do petr\u00f3leo africano. Uma tend\u00eancia que se pode apontar a partir da quest\u00e3o africana \u00e9 a manuten\u00e7\u00e3o das elevadas cota\u00e7\u00f5es do petr\u00f3leo. Esta tend\u00eancia poderia ser freada se a produ\u00e7\u00e3o mundial e o descobrimento de novas reservas viessem a aumentar consideravelmente, mas essas s\u00e3o situa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o dependem somente de quest\u00f5es t\u00e9cnicas e objetivas. Tudo depender\u00e1 de fato da geopol\u00edtica intercontinental, a cada dia mais complexa. <\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 10pt; line-height: 115%;\">Mauro Kahn &amp; Pedro N\u00f3brega &#8211; Clube do Petr\u00f3leo &#8211; Leia outros artigos e os primeiros desta s\u00e9rie acessando o site <a href=\"http:\/\/www.clubedopetroleo.com.br\/\" rel=\"nofollow\">www.clubedopetroleo.com.br<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">[grwebform url=&#8221;http:\/\/app.getresponse.com\/view_webform.js?wid=3381303&amp;u=SK7G&#8221; css=&#8221;on&#8221;\/]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>* Por Mauro Kahn &amp; Pedro N\u00f3brega A Ind\u00fastria do Petr\u00f3leo africana, que figura a cada dia mais importante geopoliticamente, caminha hoje entre o t\u00eanue fio que separa o potencial desenvolvimento de um pa\u00eds da submiss\u00e3o econ\u00f4mica. 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