{"id":791,"date":"2010-10-20T19:51:58","date_gmt":"2010-10-20T19:51:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cenedcursos.com.br\/?p=791"},"modified":"2010-10-20T19:51:58","modified_gmt":"2010-10-20T19:51:58","slug":"gestao-ambiental-conceitos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/gestao-ambiental-conceitos\/","title":{"rendered":"Uma revis\u00e3o de conceitos importantes \u00e0 Gest\u00e3o Ambiental"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">Para o estudo detalhado de <strong>Gest\u00e3o Ambiental<\/strong>, em especial no que condiz a parte de levantamos geogr\u00e1ficos, biol\u00f3gicos, de biodiversidade, etc., faz-se necess\u00e1rio buscar embasamentos nas ci\u00eancias da Ecologia e da Biogeografia bem como em seus conceitos.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">O conceito de Ecologia surge em 1869 por Heckel que enuncia a Ecologia como sendo \u201co estudo das rela\u00e7\u00f5es dos seres vivos e de seu meio\u201d (TRICART, 1979), um conceito limitante em rela\u00e7\u00e3o a sua dimens\u00e3o espacial e temporal por ainda n\u00e3o explorar a fundo as caracter\u00edsticas evolutivas da Terra e dos animais, por\u00e9m, inovador para a \u00e9poca. Este conceito foi sendo aprimorado e inovado sendo entendido por Odum como \u201co estudo do habitat dos seres vivos\u201d (ODUM, 1983), por\u00e9m o conceito mais abrangente e completo \u00e9 dado por Krebs (1996) como sendo<\/span><\/span><\/span><\/span>&nbsp;\n<\/div>\n<blockquote>\n<div style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">[&#8230;] o estudo cient\u00edfico dos processos que regulamentam a distribui\u00e7\u00e3o e a abund\u00e2ncia de seres vivos e as intera\u00e7\u00f5es entre eles, e o estudo de como esses seres vivos, em troca, intercedem no transporte e na transforma\u00e7\u00e3o de energia e mat\u00e9ria na biosfera (ou seja, o estudo do planejamento da estrutura e fun\u00e7\u00e3o do ecossistema) (KREBS, J. 1996).<\/span><\/span><\/span><\/span>&nbsp;\n<\/div>\n<\/blockquote>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">Definido assim, pode-se dizer que a Ecologia \u00e9 o estudo das inter-rela\u00e7\u00f5es entre organismos e o seu meio f\u00edsico, pois se sabe que nenhum organismo, sendo ele uma bact\u00e9ria, uma \u00e1rvore, ou o pr\u00f3prio ser humano, pode existir autonomamente sem interagir com outros, ou mesmo com o ambiente f\u00edsico no qual ele se encontra. O objetivo da Ecologia concentra-se \u201c[&#8230;] especialmente nas rela\u00e7\u00f5es dos seres vivos e nos ciclos energ\u00e9ticos e biogeoqu\u00edmicos, na produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria das comunidades e na din\u00e2mica das popula\u00e7\u00f5es\u201d (TROPPMAIR, H. 2004).<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">A Biogeografia, considerada ramo da Geografia F\u00edsica, ser\u00e1 respons\u00e1vel pelos estudos das distribui\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas dos organismos, no passado e no presente. Assim como a Ecologia preocupa-se com o car\u00e1ter temporal e principalmente espacial nos estudos das evolu\u00e7\u00f5es, inter-rela\u00e7\u00f5es e distribui\u00e7\u00f5es dos seres vivos, bem como da sua rela\u00e7\u00e3o com o meio. Assim sendo, a Biogeografia \u00e9<\/span><\/span><\/span><\/span>&nbsp;\n<\/div>\n<blockquote>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">[&#8230;] o estudo das caracter\u00edsticas do espa\u00e7o resultante dos elementos (e de sua integra\u00e7\u00e3o), do funcionamento, da evolu\u00e7\u00e3o e do padr\u00e3o espacial da combina\u00e7\u00e3o entre as plantas, os animais e solos \u2013 inclu\u00eddos os aspectos pr\u00f3prios do clima e da geomorfologia \u2013 que se encontram dentro de certo espa\u00e7o e que o distingue dos outros espa\u00e7os.\u201d (CROWLEY apud PASSOS, 1998).<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<\/blockquote>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\"><br \/>\nSobre isso, enquadra-se tamb\u00e9m a concep\u00e7\u00e3o de Biogeografia de Troppmair, que afirma ser a Biogeografia <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"> \u00a0<\/span><\/span><\/div>\n<blockquote>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">[&#8230;] o estudo das intera\u00e7\u00f5es, da organiza\u00e7\u00e3o, dos processos espaciais do presente e do passado, dando \u00eanfase aos seres vivos \u2013 biocenose \u2013 que habitam determinado local: o bi\u00f3topo.\u201d Como na Ecologia, o objeto da Biogeografia tamb\u00e9m s\u00e3o os seres vivos, incluindo a\u00ed os seres humanos, quando visto como participante de uma biocenose , portanto, integrante das cadeias alimentares e dependente das condi\u00e7\u00f5es ambientais, tendo assim como objetivo estudar os seres vivos, sua participa\u00e7\u00e3o nas estruturas, nas inter-rela\u00e7\u00f5es e nos processos dos geossistemas, numa vis\u00e3o sist\u00eamica t\u00eamporo-espacial (TROPPMAIR, H. 2004).<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<\/blockquote>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\"><br \/>\nParalelamente ao in\u00edcio e evolu\u00e7\u00e3o da Ecologia e da Biogeografia, tivemos os avan\u00e7os nos estudos sist\u00eamicos, que levaram na d\u00e9cada de 30 a publica\u00e7\u00e3o da \u201cTeoria Geral dos Sistemas\u201d proposta pelo bi\u00f3logo Ludwig Von Bertalanffy em 1937 como base anal\u00edtica e pr\u00e1tica para todas as ci\u00eancias. (GREGORY, 1992). Ele n\u00e3o concordava com a vis\u00e3o cartesiana do universo e colocou ent\u00e3o uma abordagem org\u00e2nica da biologia e expos a ideia de que o organismo \u00e9 um todo maior que a soma das suas partes. Criticou a vis\u00e3o de que o mundo \u00e9 dividido em diferentes \u00e1reas, como f\u00edsica, qu\u00edmica, biologia, psicologia, etc. Ao contr\u00e1rio, sugeria que se deve estudar sistemas globalmente, de forma a envolver todas as suas interdepend\u00eancias, pois cada um dos elementos, ao serem reunidos para constituir uma unidade funcional maior, desenvolvem qualidades que n\u00e3o se encontram em seus componentes isolados. O princ\u00edpio b\u00e1sico do estudo de sistemas \u00e9 o da conectividade. <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">Pode-se compreender um sistema como um conjunto de elementos com um conjunto de liga\u00e7\u00f5es entre esses elementos; e um conjunto de liga\u00e7\u00f5es entre o sistema e seu ambiente, isto \u00e9, cada sistema se comp\u00f5e de subsistemas, e todos s\u00e3o parte de um sistema maior, onde cada um deles \u00e9 aut\u00f4nomo e ao mesmo tempo aberto e integrado ao meio, ou seja, existe uma inter-rela\u00e7\u00e3o direta com o meio (GOMES, 2000).<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">Em an\u00e1lise, a aten\u00e7\u00e3o pode ser dirigida para a estrutura do sistema, seu comportamento, que envolve transfer\u00eancia de energia, seus limites, seu ambiente, seu estado, seja de transi\u00e7\u00e3o ou de equil\u00edbrio, e seus par\u00e2metros, que n\u00e3o s\u00e3o afetados pela opera\u00e7\u00e3o do sistema (GREGORY, 1992). Um sistema assim definido tem, portanto, uma estrutura definida pelas rela\u00e7\u00f5es estabelecidas e um estado descrito pela situa\u00e7\u00e3o do conjunto em um determinado momento do tempo, mas em diferentes segmentos do espa\u00e7o, pois os atributos dos lugares cont\u00e9m uma distribui\u00e7\u00e3o espacial. O conjunto de rela\u00e7\u00f5es refere-se a um conjunto de lugares e validas somente para este conjunto de lugares. Definido um sistema de rela\u00e7\u00f5es, modifica\u00e7\u00f5es em um atributo qualquer acarreta modifica\u00e7\u00f5es nos outros, de uma forma especificada nos par\u00e2metros que governam as rela\u00e7\u00f5es entre os referidos atributos (FAISSOL, 1998).<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">A abordagem sist\u00eamica caracteriza-se pela utiliza\u00e7\u00e3o dos conceitos da Teoria Geral dos Sistemas como um m\u00e9todo de analisar um determinado objeto de estudo. Por\u00e9m a forma sist\u00eamica de pensamento j\u00e1 se fazia presente, por exemplo, nos estudos de Tansley que em 1936 formulou o conceito de Ecossistema, que <\/span><span style=\"line-height: 115%;\">\u201c[&#8230;]se baseia nas intera\u00e7\u00f5es entre os diversos seres vivos entre si e com o meio no qual eles vivem\u201d (TRICART, 1979) e mais atualmente pode ser definido como sendo um \u201csistema de intera\u00e7\u00f5es em funcionamento, composto de um ou mais organismos vivos e seus ambientes reais, tanto f\u00edsicos, como biol\u00f3gicos\u201d (STODDART apud TROPPMAIR, 2004). Essa perspectiva de in\u00edcio n\u00e3o apresenta um car\u00e1ter espacial, mas tempos depois passou a exercer certa influ\u00eancia na Ecologia e, por conseguinte na pr\u00f3pria Biogeografia.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">O estudo dos sistemas, que j\u00e1 prestara relevantes servi\u00e7os \u00e0s ci\u00eancias exatas, foi primordialmente introduzido \u00e0 Geografia por Chorley em 1962. A forma sist\u00eamica de pensamento foi adotada, segundo GREGORY (1992), na Geografia sucessivamente pela Biogeografia, Geografia dos Solos, Climatologia e Geomorfologia, e esse processo de ado\u00e7\u00e3o estendeu-se por trinta e cinco anos, de 1935 a 1971, quando foi publicado pela primeira vez o livro \u201cPhysical Geography: A systems approach\u201d de Chorley e Keneddy. <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">A partir do esbo\u00e7o te\u00f3rico-metodol\u00f3gico proposto por Sotchava (1963) e Bertrand (1968), os ge\u00f3grafos procuram desenvolver an\u00e1lises sist\u00eamicas integradas da paisagem, a partir de abordagens centradas na biogeografia, criando assim os primeiros estudos sobre os Geossistemas (PASSOS, 1998; MONTEIRO, 2000).<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">O Geossistema corresponde a um determinado tipo de sistema. O conceito definido por Sotchava (1963) corresponde \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o do conceito sistema e a concep\u00e7\u00e3o sist\u00eamica da paisagem. Para o autor os arranjos dos elementos do meio natural formam um mosaico que \u00e9 a pr\u00f3pria organiza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o geogr\u00e1fico. Para esta perspectiva de conjunto de componentes, processo e rela\u00e7\u00f5es dos sistemas que integram o <a href=\"https:\/\/www.cenedcursos.com.br\/meio-ambiente-desenvolvimento-sustentavel.html\">meio ambiente f\u00edsico<\/a>, em que pode ocorrer explora\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica, Sotchava define como Geossistema. (SOTCHAVA, 1977). Para Troppmair, embora os Geossistemas sejam fen\u00f4menos naturais, todos os fatores sociais e econ\u00f4micos que influenciam este sistema espacial devem ser levados em considera\u00e7\u00e3o; o mesmo define que<\/span><span style=\"line-height: 115%;\"> o Geossistema compreende um espa\u00e7o que se caracteriza pela homogeneidade dos seus componentes, suas estruturas, fluxos e rela\u00e7\u00f5es que integrados, formam o sistema do ambiente f\u00edsico e onde h\u00e1 explora\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica. (TROPPMAIR, R. 2004).<\/span><\/span><\/span><\/span>De forma mais simples, Passos define que \u201cO Geossistema, como o ecossistema, \u00e9 uma abstra\u00e7\u00e3o, um conceito, um modelo te\u00f3rico da paisagem. Nele encontramos todas e cada uma das caracter\u00edsticas que definimos como pr\u00f3prias de todo o sistema.\u201d (PASSOS, 1998), revela-se assim um car\u00e1ter mais pr\u00f3ximo ao estudo das paisagens geogr\u00e1ficas.\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">No aspecto hist\u00f3rico dos Geossistemas, Suertegaray ao citar textos cl\u00e1ssicos de Sotchava, Tricart, Bertrand, Christofoletti e Monteiro, v\u00eam trazer a ideia que a busca de articula\u00e7\u00e3o na perspectiva sist\u00eamica ultrapassou a dimens\u00e3o anal\u00edtica referente \u00e0 materializa\u00e7\u00e3o do que se convencionou chamar de natureza. Para a autora a grande inova\u00e7\u00e3o dos geossistemas \u00e9 a inclus\u00e3o do homem em suas an\u00e1lises, retomando a discuss\u00e3o sociedade e natureza da Geografia; para a autora \u201c[&#8230;] ao buscar este caminho constru\u00edram-se conceitos como o de geossistema, que, por sua vez, ultrapassa na sua constru\u00e7\u00e3o a integra\u00e7\u00e3o com o conhecimento da natureza. Ultrapassa, porque inclui o homem (a a\u00e7\u00e3o do homem) neste contexto.\u201d (SUERTEGARAY, D. 2002).<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">Sobre todos esses termos pode-se concluir que o ambiente \u00e9 a maior rela\u00e7\u00e3o existente entre Biogeografia, Ecologia, Ecossistemas e Geossistemas. Sendo que a Ecologia \u00e9 respons\u00e1vel pelo estudo detalhado dos seres vivos em seus ambientes, a Biogeografia se encarregua de estudar a distribui\u00e7\u00e3o t\u00eamporo-espacial da ocupa\u00e7\u00e3o desses seres vivos no ambiente, e o Ecossistema e Geossistema respons\u00e1veis pelo estudo integrado das liga\u00e7\u00f5es existentes entre os elementos de um ambiente delimitado e da participa\u00e7\u00e3o antr\u00f3pica nos mesmos.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">O processo evolutivo da urbaniza\u00e7\u00e3o causa modifica\u00e7\u00f5es nos sistemas, gerando assim em algumas vezes um estado de desequil\u00edbrio que tende a ser normatizado pelo pr\u00f3prio sistema gerando assim um novo equil\u00edbrio, mas nos momentos de desarmonia gera situa\u00e7\u00f5es adversas ao componentes desse sistema, seja ele o ser humano (atrav\u00e9s de enfermidades e desastres), ou seja, o pr\u00f3prio meio (enchentes, aquecimento das temperaturas, etc.). Por\u00e9m, j\u00e1 citou-se que as cidades n\u00e3o s\u00e3o geossistemas, pois n\u00e3o fazem parte de um bioma e sim constituem-se numa nova manifesta\u00e7\u00e3o espacial, um novo ambiente, o urbano.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">Por n\u00e3o haver autorregulariza\u00e7\u00e3o e equil\u00edbrio, Troppmair (2004) opta por n\u00e3o considerar as cidades como um ecossistema, mas sim, um Sistema Urbano, que funcionam como sistemas abertos que mant\u00e9m rela\u00e7\u00f5es com outros sistemas. Nas cidades h\u00e1 entradas de mat\u00e9ria e de energia, e h\u00e1 sa\u00eddas de mat\u00e9rias acabadas e mesmo de ideias. As inter-rela\u00e7\u00f5es dos sistemas urbanos se estendem at\u00e9 fora do per\u00edmetro das cidades, podendo atingir extensos espa\u00e7os que constituem as \u00e1reas de influ\u00eancia.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">O processo de urbaniza\u00e7\u00e3o, no caso brasileiro, gerou uma s\u00e9rie de problemas ambientais que as caracterizavam, e toma-se a cidade como um campo de intera\u00e7\u00f5es entre a natureza e a sociedade, em permanente interc\u00e2mbio e constru\u00e7\u00f5es, autores como Monteiro (1976) com o Sistema Clima Urbano (S.C.U.) e Mendon\u00e7a (2004) com o Sistema Ambiental Urbano (S.A.U.), prop\u00f5em formas de estudo sist\u00eamicos da cidade, levando em conta fatores diversos do ambiente urbano.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 fauna que habitam as cidades, o adensamento urbano leva a uma concentra\u00e7\u00e3o de recursos e de res\u00edduos, a altera\u00e7\u00f5es na paisagem, no clima, no sistema de drenagem, uso do solo, etc. A fauna atual nos n\u00facleos urbanos \u00e9 afetada por in\u00fameros fatores, tanto ecol\u00f3gicos quanto ao processo evolutivo, sendo um reflexo n\u00e3o apenas de uma depaupera\u00e7\u00e3o da composi\u00e7\u00e3o faun\u00edstica original (anterior aos processos de urbaniza\u00e7\u00e3o), mas tamb\u00e9m da repetida introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies ex\u00f3genas. Ela \u00e9 fruto n\u00e3o apenas desta diversidade atual de sistemas urbanos, mas tamb\u00e9m de fluxos de fauna entre tais sistemas, de efeitos de borda e de gradientes locais e gerais de urbaniza\u00e7\u00e3o. As interven\u00e7\u00f5es humanas regulares, tais como t\u00e9cnicas de jardinagem, uso de pesticidas, herbicidas e inseticidas constituem um \u00faltimo e importante fator que define a composi\u00e7\u00e3o faun\u00edstica nas cidades (JAPYASSU &amp; BRESCOVIT, 2003). <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">Dessa forma, as cidades emergem como um sistema ecol\u00f3gico complexo, com uma din\u00e2mica muito particular e que merecem aten\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas pelo interesse acad\u00eamico de compreens\u00e3o das vari\u00e1veis que o determinam, mas tamb\u00e9m pelo fato das esp\u00e9cies que o comp\u00f5em frequentemente adquirem import\u00e2ncia econ\u00f4mica, est\u00e9tica ou afetiva, requerendo muitas vezes medidas de controle populacional (ROBINSON apud JAPYASSU &amp; BRESCOVIT, 2003).<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"> \u00a0<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><em><strong><span style=\"line-height: 115%;\">Autor: Leandro Rafael Pinto<\/span><\/strong><br \/>\n<\/em><\/span><\/span><\/div>\n<hr \/>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\"><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/span><strong>CHRISTOFOLETTI, A<\/strong>. As Caracter\u00edsticas da Nova Geografia. In: Perspectivas da Geografia. S\u00e3o Paulo: DIFEL, 1982. p.71-101.<br \/>\n<strong>FAISSOL, S<\/strong>. Teoriza\u00e7\u00e3o e quantifica\u00e7\u00e3o na geografia. In: Revista Brasileira de Geografia. Rio de Janeiro, 34 (01), p. 7-26.1998.\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\"><strong>GOMES, I<\/strong>. Geossistemas: Sistemas e Subsistemas Naturais da Regional Barreiro &#8211; Belo Horizonte -MG \u2013 Brasil. Monografia de Conclus\u00e3o de Curso. IGC\/UFMG. 2000.<br \/>\n<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\"><strong>GREGORY, K. J<\/strong>. A Natureza da Geografia F\u00edsica. Rio de Janeiro: Ed. Bertrand Brasil, 1992. 1\u00aa ed. 364 p.<\/span><\/span><\/span><\/span><strong>JAPYASSU, H. F.; BRESCOVIT<\/strong>, A. Biodiversidade Araneol\u00f3gica na cidade de S\u00e3o Paulo: a urbaniza\u00e7\u00e3o afeta a riqueza de esp\u00e9cies? Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/www.ambientebrasil.com.br\/composer.php3?base=.\/urbano\/index.html&amp;conteudo=.\/urbano\/artigos\/ecoaranhas.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\">http:\/\/www.ambientebrasil.com.br\/composer.php3?base=.\/urbano\/index.html&amp;conteudo=.\/urbano\/artigos\/ecoaranhas.html<\/a>.&gt; Acessado em: 22 de abril de 2008.\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><span style=\"line-height: 115%;\"><strong>KREBS, J. R.; DAVIES, N. S<\/strong>. Introdu\u00e7\u00e3o a Ecologia Comportamental. S\u00e3o Paulo: Atheneu, 1996. 1\u00b0 Ed. 420 p.<\/span><\/span><\/span><\/span><strong>MENDON\u00c7A, F.<\/strong> Riscos, vulnerabilidade e abordagem socioambiental urbana: uma reflex\u00e3o a partir da RMC e de Curitiba. In: Desenvolvimento e Meio Ambiente, Curitiba: Editora UFPR, 2004. jul.\/dez., n. 10, p. 139-148.<br \/>\n<strong>MONTEIRO, C.A.F<\/strong>. Geossistemas: a hist\u00f3ria de uma busca. S\u00e3o Paulo: Ed. Contexto, 2000. 126p.<br \/>\n<strong>PASSOS, M. M. dos<\/strong>, Biogeografia e Paisagem. Maring\u00e1: UEM, 1998. 278 p.<br \/>\n<strong>SOCHAVA, V. B<\/strong>. O Estudo de Geossistemas. M\u00e9todos em Quest\u00e3o. S\u00e3o Paulo: IG-USP, 1977. n.\u00ba 16.<br \/>\n<strong>SUERTEGARAY, D. M<\/strong>. <strong>A<\/strong>. Geografia F\u00edsica (?) Geografia Ambiental (?) ou Geografia e Ambiente (?) In: MENDON\u00c7A, F.; KOZEL, S. (orgs.) Elementos de Epistemologia da Geografia Contempor\u00e2nea. Curitiba: Ed. UFPR, 2002. p. 111 \u2013 120.<br \/>\n<strong>TRICART, J<\/strong>. L\u2019analyse de syst\u00e8me et l\u2019\u00e9tude int\u00e9gr\u00e9e du milieu naturel. : Annaies de Geographie. Paris: Librairie Armand Colin, 1979. n. 490, p. 705 \u2013 714. Tradu\u00e7\u00e3o de Francisco Mendon\u00e7a.<br \/>\n<strong>TROPPMAIR, H<\/strong>. Biogeografia e Meio Ambiente. Rio Claro: Divisa, 2004. 6\u00aa ed. 205 p.<br \/>\n[grwebform url=&#8221;http:\/\/app.getresponse.com\/view_webform.js?wid=3903003&amp;u=SK7G&#8221; css=&#8221;on&#8221;\/]\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para o estudo detalhado de Gest\u00e3o Ambiental, em especial no que condiz a parte de levantamos geogr\u00e1ficos, biol\u00f3gicos, de biodiversidade, etc., faz-se necess\u00e1rio buscar embasamentos nas ci\u00eancias da Ecologia e da Biogeografia bem como em seus conceitos. \u00a0 O conceito de Ecologia surge em 1869 por Heckel que enuncia a Ecologia como sendo \u201co estudo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[494],"tags":[335,568,571,361,134,800,809,52,936,1082],"class_list":{"0":"post-791","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-gestao-ambiental-textos","7":"tag-biodiversidade","8":"tag-biogeografia","9":"tag-biologicos","10":"tag-ecologia","11":"tag-educacao-ambiental","12":"tag-geograficos","13":"tag-gestao-ambiental","14":"tag-meio-ambiente","15":"tag-palestras-na-tematica-ambiental","16":"tag-seres-vivos"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Uma revis\u00e3o de conceitos importantes \u00e0 Gest\u00e3o Ambiental - CENED Cursos Online<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/gestao-ambiental-conceitos\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Uma revis\u00e3o de conceitos importantes \u00e0 Gest\u00e3o Ambiental - CENED Cursos Online\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Para o estudo detalhado de Gest\u00e3o Ambiental, em especial no que condiz a parte de levantamos geogr\u00e1ficos, biol\u00f3gicos, de biodiversidade, etc., faz-se necess\u00e1rio buscar embasamentos nas ci\u00eancias da Ecologia e da Biogeografia bem como em seus conceitos. \u00a0 O conceito de Ecologia surge em 1869 por Heckel que enuncia a Ecologia como sendo \u201co estudo [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/cenedcursos.com.br\/meio-ambiente\/gestao-ambiental-conceitos\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"CENED Cursos Online\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2010-10-20T19:51:58+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Amarildo R. 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